Tema do mês: As
Bem-aventuranças Data: 27 Outubro 18
Objetivo Formativo: Perceber que a ética contida nas bem-aventuranças é
base para o bem viver.
Tema da aula: Bem-aventurados os mansos e pacíficos
Objetivo da
aula: discutir e refletir sobre as possibilidades
de se tornar um pacificador.
Evangelizador: Wilma Maria Roberto
“Pacífico é um amigo da paz.
Pacificador
é aquele que, além de pacífico, trabalha, age, em favor da paz. “
Material a utilizar:
Caneta, lápis de cor, canetinha, cartolina, caixa de som.
Prece inicial: 03´
Incentivo
Inicial: 5´ PAZ x PÁS
Onde será mesmo que estamos
vivendo, num mundo de paz ou de guerra?
Opa, só um minuto. Eu perguntei ai
dentro do seu mundo, do seu coração...
Quem é você na sua casa com sua
família? E na escola? Com os amigos? Com aquelas pessoas difíceis? Na rua, nos
locais que frequenta em geral?
E agora se pensarmos em
humanidade...
Desenvolvimento: 35´ Que tal se tornar um Embaixador da paz?
Trazer à tona a discussão sobre o
que significa ser Manso e Pacífico no
nosso cotidiano. Como fazer isto num mundo tão caótico, cheio de brigas,
guerras e violência? Será que estamos melhorando?
Será que Jesus não exagerou na dose
em pedir mansuetude e paz plenas???
Será possível ainda na Terra?
Quando, como?
Trazer exemplos de algumas pessoas
que decidiram se mobilizar pela paz no mundo das mais diversas formas (mostrar
no ppt as figuras e principal atividade): focar em 6 personagens que ganharam o
Prêmio Nobel da Paz estabelecido desde 1901; apenas não condecorou nos anos em
que o mundo viveu em Guerra Mundial e nosso embaixador da Paz, Divaldo Franco.
Exemplos: Jean Henri Dunant
(1º nobel da paz), Martir Luther King, Madre Teresa de Calcutá, Nelson Mandela,
Desmond Tutu, Malala e Divaldo Franco.
Depois
destas histórias reais e inspiradoras, será que eu também posso ser um agente
da paz no mundo? Posso ser um colaborador de Jesus na construção de um mundo
melhor para se viver?
Depende
de mim, das minhas escolhas, do meu querer. Lembremos que Jesus nos afirmou que
somos a luz do mundo e se quisermos poderemos fazer tudo que Ele fez e muito
mais.
Se
eu estiver disposto, posso começar a transformar minhas atitudes cotidianas
mais simples: tom de voz, minha verbalização, meus pensamentos, meu convívio
com minha família, amigos e pessoas mais difíceis.
Algumas
escolhas a fazer:
ü Calar ao invés de
discutir no “calor do desentendimento”
ü Orar nos momentos
difíceis, de dúvida ou tristeza
ü Abraçar alguém ao invés de
brigar
ü Pedir desculpas ou se não
conseguir verbalizar pessoalmente, posso fazer pelo pensamento, pelo “sono”.
ü Mudar de assunto quando o
tema for “maledicência”, desrespeito, confusão
ü Sorrir, cantar, sentir-se
bem que as boas vibrações vão contagiar o ambiente, as pessoas
ü Respeitar as diferenças:
opinião, credo, lazer, sexo, alimentação etc.
Conclusão: 15´Campanha “Eu sou da paz e você?”
Colocar
uma cartolina no chão e propor que todos juntos transformem este pedaço de
papel numa bandeira que será um símbolo da nossa mobilização pela paz.
Pedir
para que eles coloquem sua contribuição pela paz através de um desenho, palavra
ou frase. Enquanto isto, colocar a música do Nando Cordel como momento de
inspiração.
Paz Pela Paz - Nando Cordel
A paz no mundo começa em mim
Se eu tenho amor com certeza sou feliz.
Se eu faço o bem a meu irmão
Tenho a grandeza dentro do meu coração.
Chegou a hora da gente construir a paz
Ninguém suporta mais o desamor.
Paz pela paz pelas crianças,
Paz pela paz pelas florestas,
Paz pela paz pela coragem de mudar.
Paz pela paz pela justiça,
Paz pela paz a liberdade,
Paz pela paz pela beleza de te amar
Prece final
Se eu tenho amor com certeza sou feliz.
Se eu faço o bem a meu irmão
Tenho a grandeza dentro do meu coração.
Chegou a hora da gente construir a paz
Ninguém suporta mais o desamor.
Paz pela paz pelas crianças,
Paz pela paz pelas florestas,
Paz pela paz pela coragem de mudar.
Paz pela paz pela justiça,
Paz pela paz a liberdade,
Paz pela paz pela beleza de te amar
Prece final
Aproveitar
a bandeira que desenhamos e conduzir na prece de encerramento que juntos
vibremos nossos melhores sentimentos para que a paz proposta por Jesus esteja
em nossas vidas e que coloquemos a nossa bandeira junto aos benfeitores
espirituais que trabalham pela paz no Brasil e no planeta Terra. Lembraremos de
Ismael que recebeu de Jesus a incumbência de ser o protetor espiritual do
Brasil onde foi trazida a árvore do Evangelho para cá e fincada a bandeira
espiritual escrita “Deus, Cristo e Caridade”.
Bibliografia
ü EADE FEB Livro II, Módulo II,
Roteiro 1 Ensinos diretos de Jesus, As Bem-aventuranças
ü ESE Cap.9 Bem aventurados os mansos e
pacíficos
ü Palestra de Haroldo Dutra: Bem aventurados os mansos e pacíficos https://www.youtube.com/watch?v=IBC_IzkQD5o
ü Música: Paz pela paz – Nando Cordel
ü https://pt.wikipedia.org/wiki/Nobel_da_Paz
Bem-aventurados os
pacificadores porque eles serão chamados filhos de Deus (Mt 5:9).
Há uma diferença
fundamental entre “pacífico” e “pacificador”.
Pacífico é um amigo da paz.
Pacificador é aquele que, além de pacífico, trabalha, age, em favor da paz.
O pacífico, às vezes, pode
ser passivo. O pacificador, necessariamente, tem que ser ativo, atuante.
Jesus, aceitando,
por amor, a cruz do calvário, revelou-se pacífico. Perdoando os
algozes, os agentes da crucificação, tornou-se pacificador.
Sabemos que Deus é Pai de
todos nós, mas, por orgulho ou amor próprio, nem sempre o homem reconhece a
paternidade divina. À medida, porém, que se estreitam os laços entre a criatura
e o Criador, passamos a nos ver como irmãos. Tomamos consciência, assim, da
posição de “filho de Deus”. A pessoa que trabalha na redução de dificuldades e
de discórdias, produz paz e entendimento entre os homens. Reflete o pensamento
divino, no campo em que está posicionado, agindo como verdadeiro filho, ao
honrar, com todos os méritos, o Pai de bondade e misericórdia.
O trabalho de pacificação deve ser inspirado
num profundo amor aos semelhantes, livre de amarras do sentimentalismo,
desenvolvido por uma mentalidade esclarecida e equilibrada, que só se manifesta
plenamente quando alicerçada na paz.
Bem-aventurados os pacificadores que toleram
sem mágoa os pequenos sacrifícios de cada dia, em favor da felicidade de todos,
que nunca atiçam o incêndio da discórdia com a lenha da injúria ou da rebelião,
porque serão considerados filhos obedientes de Deus.
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