terça-feira, 28 de abril de 2020

Direitos e deveres na casa espírita


Objetivo: Integrar as crianças nas atividades da casa espírita e nas aulas de evangelização

Tema da Aula: Direitos e deveres na casa espírita

Objetivo da Aula: Apresentar para as crianças os direitos e deveres nas aulas da evangelização

Evangelizador: Andreia Pereira

Incentivação

Vamos iniciar a aula com um elemento (fantoche Carlinhos) que junto com uma tia irá fazer tudo errado.
Prece: Carlinhos fica com o pé pra cima e tagarelando...
Apresentação: Carlinhos fica tagarelando e correndo pela classe
Depois vamos fazer uma roda de conversa onde iremos dizer os direitos e deveres
As crianças irão sortear figuras que irão simbolizar os direitos e deveres, e explicar o que entendem da imagem,. É um direito ou um dever?
O Carlinhos irá fazer a maior bagunça durante a brincadeira! Incentivar as crianças a explicar que as atitudes dele não são legais.
Deveres:
·         Obedecer as tias
·         Não ficar falando quando outro amiguinho ou as tias estão falando (levantar a mão quando quiser falar)
·         Esperar a sua vez na brincadeira
·         Não fazer bagunça
·         Fazer a prece com respeito
·         Não brigar com os amiguinhos
·         Não pegar os brinquedos durante a aula
·         Não mexer no bebedouro
·         Sair da sala sem fazer barulho e em fila
Direito:
·         Desenho e pintura
·         Fazer amigos
·         Ajudar as tias (recolher o lixo)
·         Brincadeiras e atividades
·         Ouvir histórias
·         Hora da água
·         Levar Jesus para casa
·         Cantar a música na escada
·         Ganhar muitos beijos e abraços das tias


Fixação
Por ser Carnaval, vamos pintar e decorar máscaras e depois vamos fazer um baile com músicas de Jesus (Pot-pourri de músicas do Padre Marcelo Rossi)

Fonte: Allan Kardec – o livro dos espíritos e o Evangelho Segundo o Espiritismo

Integração


Objetivo: Integrar os novos alunos ou os mais tímidos nas atividades da Evangelização após o período de férias

Tema da Aula: Integração

Objetivo da Aula: Promover a integração entre as crianças e as tias após o período de férias

Evangelizador: Andreia Pereira

Incentivação
Sempre iniciamos fazendo uma breve apresentação das crianças (nome, idade, etc).  Com base nessa apresentação vamos fazer uma brincadeira:
Fazer um jogo de caminho (tabuleiro) no chão com fita crepe.
Cada criança terá que responder uma pergunta, e se acertar tem o direito de jogar o dado e andar a quantidade de casas sorteada no dado.
Perguntas:
·         Perguntas diversas sobre a própria criança (se tem irmão, bicho de estimação, o que almoçou no dia, o super herói favorito, etc.
·         Perguntas diversas sobre algum amiguinho que já tenha se apresentado.

Estória:                Carlinhos
Entrar com um fantoche na sala, como se fosse uma criança que vem a primeira vez na aula de evangelização.
Falar para as crianças: Vejam temos um novo amiguinho hoje na aula!
Perguntar o nome do amiguinho (o meu se chama Carlinhos), a sua idade, o que almoçou no dia, etc.
O Carlinhos muito tímido diz: Estou com vergonha e não sai direito onde estou e o que eu vim fazer aqui...
Professora: Fica tranquilo Carlinhos, a 1ª vez que eu vou em algum lugar que eu não conheço, eu também fico com vergonha!
Vou te explicar tudo direitinho... Aqui é um Centro Espírita, e a gente vem aqui para aprender coisas sobre Deus, Jesus e o plano espiritual.
Quando a gente chega, a 1ª coisa que a gente faz... EXPLICAR A DINÂMICA DA CASA(Passe, água fluidificada, tratamentos, etc) E COMO É A AULA DE EVANGELIZAÇÃO.
Tentar envolver as crianças que frequentam a casa a mais tempo a ajudar na explicação.

Fixação
Desenho livro com a atividade que mais gosta de fazer na aula de evangelização ou no Centro.

Fonte: Allan Kardec – o livro dos espíritos e o Evangelho Segundo o Espiritismo

domingo, 29 de março de 2020

Parentesco corporal e espiritual: quem são meus irmãos?


Objetivo: Entender que todos fazemos parte de uma mesma família espiritual, pois somos todos filhos de Deus

Tema da Aula: Parentesco corporal e espiritual: quem são meus irmãos?

Objetivo da Aula: Reforçar que todos fazemos parte de uma mesma família espiritual

Evangelizador: Andreia Pereira

Incentivação: encenação com duas evangelizadoras:
Luciana: chora no canto da sala e diz que está muito triste.
Andreia: O que está acontecendo?
Luciana: Não me conformo! Minha melhor amiga vai se mudar para bem longe! Desde que a gente se conheceu nunca nos separamos!
Andreia: Para onde ela vai se mudar?
Luciana: Para a praia...
Andreia: Que legal! Você não está feliz por ela?
Luciana: Sim... Mas é que eu vou sentir saudades dela...
Andreia: Você não deve pensar assim. Devemos desejar o que é melhor para os outros, e se vocês se amam de verdade a amizade continua!
Luciana: Mas vou ficar com saudade...
Andreia: Saudade é normal, mas tem telefone, whatsApp, tem também os feriados, vocês podem se visitar!!!
Além disso, temos que lembrar que Deus faz sempre o melhor. Vocês devem ser da mesma família espiritual! É que todos possuímos uma família com laços de sangue e uma família com laços espirituais.
Luciana: Como assim?
Andreia: Nossa família de sangue são os nossos pais, os irmãos, os tios, os avós. E nossa família espiritual são aquelas pessoas que temos laços de profundo afeto, de amizade, podendo ser ou não da nossa família de sangue. Você entendeu?
Luciana: Sim! Nunca tinha pensado nisso. Legal saber que somos da mesma família espiritual!!! Vou me esforçar para ser, realmente, uma verdadeira amiga!!! E vou visita-la na PRAIA!!!

Roda de conversa: perguntar para as crianças quem faz parte da família corporal e quem faz parte da família espiritual.
Explicar que, mesmo que não sejam parentes, do mesmo sangue, eles são da mesma família. Que a família espiritual é composta por todos que amamos e que nos amam, sejam eles pais, irmãos ou apenas bons amigos.
Enquanto a família corporal é composta somente pela mamãe, papai, irmão/irmã, vovós... A família espiritual é muito maior, já que já vivemos várias encarnações e tivemos a oportunidades de conquistar vários amigos para junto dos nossos coraçõezinhos.

História “A Grande Família”
Era chegado o grande dia, o dia em que João chegaria pra viver na casa de Pedrinho. Ele foi adotado e Pedrinho estava muito animado, há dias só pensava nisso: “Como vai ser divertido ter um irmãozinho pra brincar e conversar!”.
Apesar de estar feliz, Pedrinho estava um pouco confuso, por isso foi conversar com sua avó, dona Geralda:
- Vovó, o João não vai ser meu irmão de verdade né? Ele não nasceu da mamãe... Será que eu vou gostar mesmo dele?
E a vovó, com suas sábias palavras, explicou:
- João existem dois tipos de parentesco, o corporal e o espiritual.
Pedrinho, sem entender, interrogou:
- Como assim vovó?  
- Parentesco corporal é esse que você já conhece, a mamãe, o papai, a vovó...  Porém, temos uma família muito maior que essa que a gente conhece: A nossa família espiritual, que é formada por todo mundo que a gente ama, sendo parente de sangue ou não. Ela é muito grande, porque em cada encarnação ela vai crescendo mais e mais, pois a gente vai aprendendo a amar mais pessoas.
- Ah vovó, estou entendendo... Então o João não vai ser meu irmão de sangue, mas vai ser meu irmão espiritual?
- Isso mesmo, Pedrinho... Vamos acolher bem o João e ganhar mais um membro da nossa grande família espiritual, até que um dia todos do planeta se amem como irmãos e assim a gente conquiste a felicidade, pois foi isso eu nosso mestre Jesus veio nos ensinar.
Pedrinho, então, voltou a ficar muito alegre e preparou todos os seus brinquedos para esperar o novo irmão!

Fixação: Desenho livre da família espiritual

Fonte: Allan Kardec – o livro dos espíritos

Respeito às diferenças


Objetivo: Entender que as pessoas são diferentes uma das outras e que devemos respeitar a todos

Tema da Aula: Respeito as diferenças

Objetivo da Aula: Reforçar a importância de respeitar e amar o próximo

Evangelizador: Andreia Pereira

Incentivação
Dinâmica da maçã - deixar em cima da mesa duas maçãs (uma bem vermelhinha e outra nem tanto):
As crianças podem cheirar, segurar, sentir as maçãs. Após todos terem essa experiência, a evangelizadora deve cortá-las ao meio, perguntando-lhes, o que vamos descobrir dentro das maçãs? Será que todas são iguais por dentro? Ouvir as respostas e aos poucos ir cortando-as.
Vamos conservar sobre a importância de respeitar as diferenças, que não somos todos iguais e por isso somos tão legais!!!
Dar exemplos: algumas pessoas são altas outras são baixas, algumas pessoas são gordas outras são magras, algumas pessoas são carecas e outras são cabeludas, etc.

História:              Maria Joaquina
Essa é a Maria Joaquina, ela joga futebol no time da escola.
Na hora do recreio, ela sai correndo da sala de aula e vai correndo para a quadra jogar futebol!!!
Mas um dia... A Maria Joaquina pisou de mal jeito e torceu o pé... Ela ficou arrasada, porque não poderia participar do campeonato da escola!
No outro dia na escola, na hora do recreio a Maria Joaquina ficou em um cantinho da escola e então ela reparou em algumas crianças que sempre ficavam por lá... Tinha um menino com a perna mais curta e que usava uma muleta para andar e outra garota que andava em cadeira de rodas.
Maria Joaquina ficou em pânico quando pensou “será que o meu pé nunca vai sarar!? “.
Buaaaaaaaá ela desatou a chorar.
Quando a Maria Joaquina chegou em casa, a sua mãe percebeu que ela tinha chorado e perguntou o que tinha acontecido. Então ela contou sobre as crianças com deficiência da escola e que ela tinha medo de ficar igual...
A mãe da Maria Joaquina explicou que todos nós temos diferenças e que elas fazem parte da nossa vida e que não tinha problema nenhum ser diferente. E que com certeza se ela tentasse fazer amizade com aquelas crianças ela iria descobrir que eles são muito legais!!!
No dia seguinte a Maria Joaquina criou coragem e foi conversar com o menino da muleta, ele se chamava Juquinha e também gostava de futebol e torcia para o São Paulo! Depois o Juquinha apresentou a Maria Joaquina para a Manu, a menina na cadeira de rodas.
E adivinhem só, ela adorava esportes e até praticava basquete na cadeira de rodas!
A Maria Joaquina agora não desgruda mais dos novos amigos e até criou uma competição de futebol na cadeira de rodas!

Vídeo no youtube (Normal é ser diferente)                  https://youtu.be/oueAfq_XJrg

Fixação
Vamos colorir o desenho da Manu, mas cada criança irá receber somente 3 cores de giz de cera.
Incentivar as crianças a trocarem os gizes entre si.

Fonte: Allan Kardec – o livro dos espíritos

domingo, 22 de março de 2020

Providência Divina


Objetivo: Identificar Deus em toda parte e que Deus no provê em todos os momentos

Tema da Aula: Providência Divina

Objetivo da Aula: Reforçar a presença de Deus em nós

Evangelizador: Andreia Pereira

Incentivação
Questionar quem criou os homens, o mundo, a natureza, etc.
Já sabemos que foi Deus, mas porque Deus criou as coisas como são?
Por exemplo, porque frio e calor? Porque sol e chuva? Porque dia e noite? Não seria mais fácil se fosse sempre de dia e calor? Assim não teríamos que ficar trocando de roupa de calor / frio / guarda-chuva, etc o tempo todo!!!

Agora vamos encenar a criação do mundo:
Deus falou “criasse o mundo” com a terra, a noite, o frio e a chuva. Mas nada brotou na terra encharcada e fria...
-- A 1ª tentativa não deu certo...
Então Deus falou “criasse o mundo” com a terra, o dia, o calor e muito sol. Mas o que brotou na terra logo secou e nada mais a terra produziu...
-- A 2ª tentativa também não deu certo...
Então Deus falou “criasse o mundo” com a terra, o dia e a noite se intercalando, as vezes com sol, as vezes com chuva, calor e frio, vento de norte, vento de sul, vento de todos os lados. Tudo a seu tempo! Então o milagre aconteceu! Da terra brotou a vida!!!

Itens da Natureza:
Vaso de terra seca
Vaso de terra com planta seca
Vaso de terra com planta brotando
Céu de noite
Céu de dia
Céu de chuva
Chuva (borrifador de água)
Trovão (Celular)
Calor (óculos de sol)
Frio (cachecol)
Vento (pedaço de papelão)

História: O Cocozinho

Era uma vez um cocô. Um cocozinho feio e fedido!!!
Ele vivia num pasto de uma fazendo, mas coitado do Cocozinho!!! Desde que veio ao mundo ele tentava conversar com alguém e fazer amizade, mas as pessoas não queria saber dele... E sempre que o viam falavam:
- Eca... Que coco fedido!
- Que nojo! Cuidado para não pisar na porcaria!
O Cocozinho vivia triste...
- Eu só queria conversar com as pessoas e ter um amigo... Mas eu não sirvo para nada... Sou um inútil... Não sei por que Deus me fez... Buaaaaaá.
Mas um dia, ele viu um homem se aproximando e pensou:
- Lá vem outro me xingar...
Mas... Oh! Que surpresa!!! O homem abriu um sorriso enorme e disse:
- Que cocô maravilhoso!!! Era exatamente disso que eu estava precisando!!!
O Cocozinho logo pensou:
- Maravilha eu!? Ele precisa de mim!? Esse homem só pode ser maluco!!!
Pois que o homem não era maluco não! Na verdade, ele era um jardineiro!!!
Ele recolheu o Cocozinho com uma pá e o levou até o seu jardim. Lá ele o colocou aos pés de uma flor toda despedaçada e amassada... Depois de alguns dias, o Cocozinho percebeu que a flor estava linda e revitalizada! E percebeu que foi a sua força que fez com que ela ficasse linda novamente!
O Cocozinho muito emocionado disse:
- Deus muito obrigado por me fazer útil a esta flor!!!
A Flor então abriu os olhos e disse ao Cocozinho:
- Você quer ser meu amigo?
E assim foram felizes!

Fixação: Desenho livre, faça o seu mundo ideal.

Fonte: Allan Kardec – o livro dos espíritos e o Evangelho Segundo o Espiritismo

O AMOR E A EVOLUÇÃO


Objetivo: Entender que somos seres espirituais em evolução e que essa evolução é movida a amor.

Tema da Aula: O Amor e a evolução

Objetivo da Aula: Reforçar a Importância de respeitar e amar o próximo

Evangelizador: Andreia Pereira

Incentivação
Fazer um circuito de brincadeira simbolizando a metamorfose da Borboleta!
1º estágio: Ovo (equilibrar uma bola na cabeça)
2º estágio: Larva (passar pelo túnel de papelão com os pés amarrados) e comer alface (TNT verde)
3º estágio: Lagarta (passar pelo túnel com os pés desamarrados) e comer alface (TNT verde)
4º estágio: Ficar no casulo (enrolar no tapete de yoga) e depois virar a Borboleta (puxar a ponta do tapete de yoga para desenrolar)!!!

Depois vamos conversar... A Borboleta passa por uma evolução física, mas e nós como podemos evoluir? Espiritualmente!!!
E o que devemos fazer para evoluir?
Sermos bons filhos e amigos;
Obedecendo aos mais velhos;
Cuidando das plantas e dos animais;
Ajudando a mamãe e o papai em casa;
Fazendo caridade (doando brinquedos antigos, dividindo o lanche na escola, ajudando os avós a mexer no celular);
Enfim praticar o Amor!!!

História: A Dona Pipoca
Esta é a Dona Pipoca, e ela mora nessa panela!
A Dona Pipoca tem vários filhinhos! Eles são obedientes, ajudam nas tarefas de casa, fazem amizade com todos os colegas da escola, e principalmente, são muito amorosos em família! Se respeitam e se ajudam! E fazem a prece juntos todas as noites!
Na verdade... Quase todos os filhinhos da Dona Pipoca são amorosos...
Este é o Milhito, o filho caçula da Dona Pipoca! O Milhito é muito bagunceiro e vive se metendo em confusão!
Briga com os amigos na escola e com os irmãos em casa! Não quer saber de ajudar ninguém e quer que todos façam as suas vontades...
A Dona Pipoca vivia chamando a atenção do Milhito, que se ele continuar assim vai ficar sozinho e sem amigos para brincar!
Um belo dia, os irmãos do Milhito começaram a mudar! Pá Pá Pá Pá Pá! Eles viraram Pipocas como a mamãe!!!
O Milhito se sentiu muito triste porque ele não virou Pipoca... Dona Pìpoca disse para o Milhito que ele precisava ser bom e sentir Amor pelos outros!
O Milhito então decidiu mudar... Aos poucos ele foi melhorando e no final até ensinou os amiguinhos da escola a fazer a prece!!!
E então de repente... O Milhito começou a sentir uma coisa estranha... Um calor no peito... Um calor no coração!
Ele se sentiu inundado de amor! E Pá!
O Milhito virou uma linda e suculenta Pipoca!!!


Fixação:
Fazer uma colagem com Pipoca no desenho do Milhito (grão de milho)
Tocar ao fundo a música da Pipoca – cancioneiros
E vamos ter pipoca para comer também!!!


Fonte: Allan Kardec – o livro dos espíritos e o Evangelho segundo o espiritismo

Moisés a 1ª Revelação


Objetivo: Compreender que cada uma das revelações cumpriram e cumprem um papel dentro do propósito divino.

Tema da Aula: Moisés a 1ª Revelação

Objetivo da Aula: Reforçar a importância das revelações em sua época

Evangelizador: Andreia Pereira

Incentivação
Escrever em uma folha branca com giz de cera branco as seguintes palavras:
Revelação
Justiça
Amor
Verdade
Dizer para as crianças que hoje nós teremos uma revelação e perguntar se elas sabem o que é uma revelação.
Depois com uma esponja passar tinta guache diluída em água em cima das palavras.
Supresa: a Revelação!!!

História: Moisés
Há muito tempo atrás, algumas tribos da Palestina fugindo da fome foram para o Egito (povo conhecido como construtor de pirâmides). Mas os egípcios escravizaram-nos, durante 400 anos.
Moisés era um lindo bebê hebreu, filho de escravos. Seus pais sabiam que o faraó havia ordenado que todos os meninos hebreus recém-nascidos fossem mortos.
Sua mãe, para salvar a vida do filho, colocou o menino em um cesto e o deixou às margens do rio Nilo, perto do lugar onde a Princesa Termutis, filha do faraó, e suas criadas costumavam tomar banho. O bebê foi encontrado pela Princesa que lhe deu o nome de Moisés. Miriam, irmã de Moisés, infiltrou-se no palácio e convenceu a princesa a contratar uma ama de leite hebreia para amamentar a criança, que era a mãe verdadeira de Moisés.
A princesa foi uma ótima mãe, educou-o e protegeu como a um filho. E assim ele foi educado em ambiente palaciano, como se fosse realmente um príncipe.
Um dia, Moisés foi defender um escravo Hebreu que estava sendo surrado e, sem querer, acabou matando um soldado egípcio. O rei ficou furioso e Moisés foi obrigado a fugir para o deserto, onde se tornou pastor de ovelhas.
Moisés trabalhou muitos anos como pastor de ovelhas. Certo dia, ele estava cuidando das ovelhas, quando viu um arbusto que parecia estar pegando fogo. Chegando perto, viu que o fogo não queimava o arbusto. Então, ouviu uma voz que lhe disse: volte ao palácio e solicite ao faraó a libertação dos escravos hebreus.
E foi o que Moisés fez. Mas o faraó recusou-se a libertar os escravos, pois eles eram ótimos trabalhadores e não recebiam salário.
Na tentativa de obrigar o faraó a libertar seu povo, Moisés anuncia que aconteceria uma série de pragas sobre o Egito, pois ele sabia que tais fenômenos iriam ocorrer em determinadas regiões.
Mortandade de peixes, enxames de insetos, o aparecimento de rãs em toda parte e epidemias eram flagelos que, com certa periodicidade, atingiam o Egito. Depois disso o rei concordou que Moisés levasse os escravos para fora do Egito.
Guiados por Moisés, cerca de seiscentas mil pessoas deixaram o Egito. Porém, o faraó se arrependeu de ter liberado os escravos e ordenou aos soldados a recaptura deles. Para fugir da perseguição, Moisés conduziu os hebreus através de um caminho incomum: o local de encontro entre o Mar Vermelho e o Mar Mediterrâneo. Na época, enquanto a maré não subia, o local era transitável. Com a maré alta, era impossível transpor o Canal. Moisés sabendo disso (era grande conhecedor da região), apressou o povo para passar ali exatamente na maré vazante. Quando os egípcios chegaram, a maré alta os deteve.
Moisés passou a conviver com o seu povo no deserto, onde as frequentes queixas e revoltas, aliado aos rigores climáticos, fatores determinantes da fome e da sede, eram a realidade diária. O povo hebreu estava muito revoltado e faziam muitas coisas ruins para si mesmos. Como matar e roubar...
Moisés, que sempre esteve amparado por seus guias espirituais no cumprimento da sua missão, recebeu, no Monte Sinai, os Dez Mandamentos, que mais de mil anos depois haveriam de ser reiterados por Jesus:
Amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo
Não falar o nome de Deus em vão
Lembrar de santificar um dia a Deus
Honrar pai e mãe
Não matar
Não cometer adultério
Não roubar
Não mentir
Não desejar a mulher / marido do próximo
Não desejar qualquer coisa que pertença ao próximo.

Fixação:
Desenhar flores e corações com giz de cera branco e dar para as crianças descobrirem qual é a revelação escondida! (utilizar um esponja com tinta guache diluída em água)

Fonte: Allan Kardec – o livro dos espíritos e o Evangelho segundo o Espiritismo